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Estudantes já podem acessar simulado do novo Enem

UnB envia documento ao Supremo com informações sobre políticas de cotas

Gilberto Costa, da Agência Brasil

O reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo de Sousa Junior, envia hoje (28) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, documento em resposta a ofício que solicita informações sobre o sistema de cotas para estudantes negros e indígenas, implementado na instituição em junho de 2003.

No último dia 20 de julho, o partido Democratas protocolou uma ação contra a política de cotas. O partido quer que o STF declare a inconstitucionalidade do sistema e, por fim, leve à suspensão da política da UnB e de outras instituições de ensino superior em todo país.

A ação é iniciativa da advogada Roberta Fragoso Menezes Kaufmann, que avalia que a provocação ao Supremo é fundamental. “Não é possível que um debate tão importante para o país não esteja sendo realizado pelo tribunal constitucional.”

Segundo a advogada, a Justiça tem sido contraditória nos processos sobre políticas afirmativas. “O que vemos hoje são decisões de juízes de 1º grau e de desembargadores de 2º grau, tanto nos tribunais regionais federais quanto nos tribunais de Justiça, decisões discrepantes sobre o assunto. Ao chegar ao Supremo, a questão será pacificada”, acredita.

A assessora de Diversidade e Apoio aos Cotistas da UnB, Deborah Silva Santos, discorda da advogada e defende a política contra o racismo. “A universidade continua refletindo o racismo que existe na sociedade brasileira.”

Deborah assinala que a política de cotas não é um sistema de privilégios. “Os cotistas têm que passar pelo vestibular. Entram os melhores”, afirmou.

Em setembro, a UnB deverá divulgar uma pesquisa com o perfil e o desempenho dos estudantes cotistas. Há atualmente na universidade 2.620 alunos negros cotistas entre os veteranos e mais 654 calouros cotistas.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2007, a taxa de frequência escolar de pretos e pardos entre 20 e 24 anos era inferior a 21% em todo o país. Os termos pretos e pardos são usados por diversos órgãos de pesquisa populacional. A expressão negros se usa  para denominar o conjunto de pretos e pardos.

No ensino médio, havia 153 mil estudantes pretos e 1,1 milhão de pardos naquele ano contra 1,3 milhão de estudantes brancos conforme dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No ensino fundamental, havia 688 mil alunos pretos e 5,4 milhões de pardos contra 5,6 milhões de brancos.

De acordo com o Censo Demográfico de 2000, baseado na autodeclaração do entrevistado, 53,74% da população brasileira são brancos; 38,45%, pardos; 6,21%, pretos; 0,45%, amarelo; 0,43%, indígena; e 0,71% não declarado.
 
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PGR dá parecer contrário à ação do Democratas que questiona cotas raciais da UnB

Marco Antonio Soalheiro,da Agência Brasil

Em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pela rejeição da ação ajuizada pelo partido Democratas (DEM) que questiona o sistema de cotas raciais instituído pela Universidade de Brasília (UnB).

Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa “em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade”. Gurgel ressaltou ainda que o racismo continua marcante nas relações sociais brasileiras. A exclusão do negro na sociedade justificaria as medidas que o favorecem.

“Tratar as pessoas como iguais pressupõe muitas vezes favorecer, através de políticas públicas àquelas em situação de maior vulnerabilidade social”, afirmou Gurgel. “Esse argumento não tem em vista o passado, como o da justiça compensatória, mas sim a construção de um futuro mais equitativo”, acrescentou.

No parecer, Gurgel citou que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, sendo que 32 delas prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros. Tais políticas no ensino superior, para o procurador, “quebram estereótipos negativos que definem a pessoa negra como predestinada a exercer papéis subalternos na sociedade”.

O procurador-geral ainda ressaltou que a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF “atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade”, além de gerar graves efeitos sobre as políticas de ação afirmativa promovidas por outras universidades.

Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegaram que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo.

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Estudantes já podem acessar simulado do novo Enem 

Da Agência Brasil

Os 4,5 milhões de estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem conhecer como será a prova do novo modelo de seleção para a maioria das universidades federais. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou à meia-noite um simulado com 40 questões-modelo em sua página na internet. Pelo menos 48 das 55 universidades federais utilizarão a nota do Enem em alguma etapa de seleção.

O simulado tem dez questões para cada uma das quatro áreas avaliadas: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e códigos e matemática. “O objetivo é que os alunos tenham uma ideia do tipo de questões que encontrarão no Enem e possam se preparar melhor para as mudanças”, disse o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes.

A grande diferença entre as questões de edições anteriores do Enem e as da nova prova será o grau de dificuldade, segundo Fernandes. Antes, o exame era considerado mais fácil que os vestibulares das universidades mais concorridas.

Assim como na prova, que será aplicada nos dias 3 e 4 de outubro, cada questão tem cinco itens, com apenas uma resposta correta. De acordo com o Inep, se o estudante deixar uma questão em branco, o sistema de correção identificará a ausência de resposta como erro.

Junto com o simulado, o Inep também vai divulgar o gabarito, com as respostas corretas das questões. No entanto, os estudantes não poderão simular a nota que tirariam na prova, porque o simulado tem menos questões, e porque o cálculo final não levará em conta apenas a quantidade de acertos, mas informações como o grau de dificuldade da resposta acertada e a combinação de itens acertados no exame inteiro.

“Dá para ter uma noção do desempenho, mas não dá para dizer qual será a nota. A tendência é que quem acertar mais questões, terá notas maiores, mas isso não irá acontecer necessariamente.”

A metodologia utilizada será a Teoria de Resposta ao Item (TRI), na qual as notas não seguem o padrão tradicional em que o número de acertos corresponde à nota final. Os resultados são estruturados numa escala de proficiência. Um estudante que acertar 50 questões, por exemplo, pode ter nota menor que um colega que acertar 45, dependendo do grau de dificuldade dos itens marcados corretamente.

“Ela [a metodologia] olha não só o número de acertos, mas que item que [o candidato] acertou: se era mais fácil, mais difícil. Além disso, tenta controlar outras características, como o acerto ao acaso. É um modelo muito mais refinado para apurar o desempenho dos estudantes”, explicou Fernandes.

Mais simulados poderão ser divulgados pelo Inep antes da realização das provas em outubro. A prova do Enem terá 180 questões, 45 para cada área de avaliação. Além das questões de múltipla escolha, os estudantes também farão uma redação. Os resultados das provas serão divulgados no dia 4 de dezembro, e a nota da redação no dia 8 de janeiro de 2010. O endereço eletrônico do Inep é o www.inep.gov.br.

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Três Estados e DF prorrogam férias de 8,5 mi de alunos pela gripe
Fabiana Leal, do Terra Educação

O reinício das aulas na rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul foi adiado por causa da gripe suína. A decisão foi anunciada nesta manhã pelos secretários de Educação, Mariza Abreu, e de Saúde, Osmar Terra. São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal adotaram a mesma medida. Com isso, 8,5 milhões de estudantes serão afetados.

"A medida de evitar aglomerações nas escolas nesse período de muito frio pode reduzir a velocidade do vírus, embora não impeça a transmissão em casa ou no shopping. Mas ela não muda os números finais. As pessoas que tiverem de ser contaminadas, serão", disse Terra.

Os alunos que deveriam retornar às salas de aula na próxima segunda-feira no Rio Grande do Sul, dia 3 de agosto, só deverão voltar no dia 17. Serão afetados pela medida 1,2 milhão de estudantes em 2607 escolas estaduais. O assunto ainda está sendo discutido pela rede particular.

Em São Paulo, os 5,3 milhões de estudantes retornariam das férias no dia 3 de agosto, mas com a prorrogação, as aulas recomeçarão no dia 17. No Rio de Janeiro, as aulas também voltariam no dia 3 de agosto, mas foram adiadas para o dia 10. A rede estadual do Rio tem 1,5 milhão de estudantes. No Distrito Federal, as férias de 520 mil alunos iriam terminar no dia 27 de julho e foram adiadas para o dia 3 de agosto.

Mortes chegam a 56
Na terça-feira, as cidades gaúchas de Uruguaiana e Caxias do Sul confirmaram três mortes. Em São Paulo, a Secretaria de Saúde do Estado contabilizou mais sete vítimas fatais. Na Paraíba, foi registrado o primeiro óbito pela doença no Nordeste. Com as confirmações, o total de mortes pelo influenza A (H1N1) no País chega a 56.

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Estudantes podem fazer exame da OAB em Goiás

Márcio Leijoto, do Terra Educação

Estudantes do último semestre do curso de Direito podem participar do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás, conforme decisão anunciada nesta terça-feira pela seccional goiana da entidade. A medida já vale para os 32 universitários que se inscreveram na seleção ocorrida entre os meses de junho e julho. Destes, nove passaram nas duas fases e, se tiverem se formado no meio do ano, podem fazer a inscrição junto à OAB-GO.

A seccional goiana segue uma orientação do Conselho Federal da OAB que, por sua vez acata decisão tomada pela Justiça Federal no mês passado, a partir de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal do Espírito Santo (MPF/ES) em outubro último.

Para o presidente da OAB-GO, Miguel Cançado, a decisão não muda nada para a entidade, já que, mesmo que aprovado, o universitário só poderá se inscrever na OAB com o diploma ou um certificado de conclusão do curso em mãos. "Não representa nenhum prejuízo porque continua só podendo se inscrever (para obter a carteira profissional) quem tiver o diploma. Entretanto, o Conselho Federal já recorreu da decisão por acreditar que só os já formados podem fazer o exame", disse Cançado.

Na sentença, o juiz federal Alexandre Miguel informou que só poderá ser exigido do candidato a apresentação de certidão ou atestado emitido pela instituição de ensino superior, confirmando que o estudante está no último período do curso. A decisão, apesar de ter sido tomada pela Justiça Federal do Espírito Santo, vale para todo o território nacional.

O MPF/ES havia entrado com a ação por entender que não havia motivo para restringir a inscrição dos estudantes no exame, já que não representa prejuízos à OAB. Por outro lado, a exigência do diploma para a realização das provas pode atrasar a entrada do bacharelado na vida profissional.

Para a OAB, o exame serve para testar a capacidade do bacharelado em atuar no mercado profissional, que só pode ser avaliada após a conclusão do curso.

Em Goiás, 32 candidatos se inscreveram no exame da OAB no Estado em abril deste ano, quando estavam ainda cursando o 10º semestre do curso de Direito. Todos conseguiram na Justiça liminares para fazer a prova. Destes, nove foram aprovados. O resultado saiu no dia 22 de julho. "Quem passou na prova, apresentando o diploma, pode fazer a inscrição na OAB", informou Miguel.

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Do Estadão
Microsoft e Yahoo se unem contra o Google
Empresas fecham parceria em buscas na web e publicidade online

AP e REUTERS

A Microsoft finalmente convenceu o Yahoo a ceder o controle de seu serviço de buscas, o segundo mais popular da internet, e juntar forças para combater o domínio do Google no mercado de publicidade online. Ontem, Microsoft e Yahoo anunciaram um acordo, válido por 10 anos, pelo qual o Yahoo passa a adotar a tecnologia de buscas da Microsoft, chamada Bing, e seu sistema de vendas de anúncios online.

Com a audiência do Yahoo, a fatia da Microsoft no mercado americano de buscas passa de 8% para 28%. A gigante do software espera, com o acordo, tirar mercado do Google, que fatura mais de US$ 20 bilhões por ano em publicidade na web. Segundo dados da ComScore, o Google tem 65% do mercado de buscas nos EUA.

Pelo acordo, a Microsoft fica responsável pela venda automática de anúncios pela internet (que é onde o Google faz dinheiro), e a equipe do Yahoo pelo atendimento de grandes contas, com seus vendedores. O Yahoo não recebeu nenhum dinheiro antecipado pelo acordo, mas vai ficar com uma participação nas vendas. Os sites do Yahoo atraem mais de 570 milhões de pessoas por mês em todo o mundo.

O acordo foi recebido pelo mercado acionário como uma derrota para o Yahoo. Há 14 meses, a Microsoft ofereceu US$ 9 bilhões para fechar uma parceria de publicidade em buscas com o Yahoo, que não foram aceitos. O Yahoo também recusou uma proposta de US$ 47,5 bilhões que a Microsoft tinha feito para comprar toda a empresa. Agora, O Yahoo vai receber 88% da publicidade das buscas em seu site, o que está acima da comissão normal de 70% a 80%. Com a redução de gastos com tecnologia de busca, o Yahoo planeja ampliar seu lucro operacional anual em cerca de US$ 500 milhões. Mas não antes de 2012, quando as empresas esperam que o acordo esteja realmente funcionando.

"Acho que muitas pessoas estão olhando para os números e vendo um monte de pontos de interrogação, quando esperavam ver pontos de exclamação", disse o analista Scott Kessler, da Standard & Poor"s. As ações do Yahoo caíram ontem 12% na bolsa eletrônica Nasdaq, cotadas a US$ 15,14, ante a decepção dos investidores pela ausência de um pagamento imediato. As ações da Microsoft subiram 1,41%, para US$ 23,80, e as do Google caíram 0,82%, para US$ 436,24.

RAPIDEZ

A presidente do Yahoo, Carol Bartz, levou somente seis meses para fechar um acordo com a Microsoft, coisa que os seus dois predecessores, Terry Semel e Jerry Yang, cofundador do Yahoo, não pareceram interessados em fazer. "Esse negócio corrige muitos erros estúpidos feitos pelas administrações anteriores", disse Rob Enderle, analista de tecnologia, para quem o Yahoo deveria gastar mais energia no desenvolvimento de serviços para competir com empresas como o Facebook.

Logo depois que assumiu a presidência da empresa, Carol disse que estaria disposta a negociar o serviço de buscas do Yahoo por "navios de dinheiro", contanto que a companhia mantivesse o acesso adequado às informações sobre os interesses de seus usuários. Ontem, ela previu que o acordo irá enriquecer a empresa no longo prazo. "Esse acordo traz navios de valor para o Yahoo, seus usuários e o setor", disse a executiva.

O Yahoo terá acesso limitado aos dados sobre as buscas, que permitem adaptar os anúncios aos interesses dos usuários. O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, mal conseguia conter a animação de ter conseguido finalmente convencer o Yahoo, algo que ele vem tentando há pelo menos três anos.

"Estou muito animado", disse Ballmer. "Isso é o que venho dizendo basicamente pelos últimos 18 meses: o mundo será mais bem servido para consumidores, anunciantes e produtores de conteúdo, e haverá mais competição para o Google, se conseguíssemos de alguma maneira juntar a Microsoft e o Yahoo em buscas."

APROVAÇÃO

As autoridades antitruste terão de aprovar o plano, para garantir que o acordo não prejudique a competição ou ameace a privacidade das pessoas que usam mecanismos de busca. Durante o processo de aprovação, o acordo também deve receber oposição do Google, que desistiu de uma parceria em publicidade de buscas com o Yahoo no ano passado, depois de ser pressionado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

O Yahoo e a Microsoft esperam uma "análise detalhada" do acordo, mas estão "esperançosos" de que receberão um sinal verde das autoridades no começo de 2010. Ontem, o Google disse somente que está "interessado" na parceria, enquanto o presidente da comissão antitruste do Senado dos EUA afirmou que o acordo merece uma "análise cuidadosa".

Os analistas acham que será difícil para as duas empresas terem um impacto importante na participação do Google no mercado de buscas, mas que a parceria foi um passo na direção correta. 

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São Paulo cria o primeiro curso público tecnológico a distância no Estado

Da Folha de S.Paulo

O governo de São Paulo vai anunciar nesta semana a criação do primeiro curso público tecnológico (curta duração) a distância no Estado. As aulas devem começar em janeiro do próximo ano.

O curso, de nível superior, formará estudantes para trabalhar na área de gestão de empresas (tecnologia em processos gerenciais) e terá duração de três anos, com 30% da carga presencial. Haverá vestibular.

A área foi escolhida por não precisar de laboratórios para as aulas. Além disso, o governo vê carência de profissionais no setor. Um dos dados citados é uma pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que mostra que 40% dos pequenos empresários não se graduaram.

"Com a educação a distância, conseguimos formar mais alunos com menos recursos", afirmou a diretora do Centro Paula Souza (órgão do governo responsável pelos cursos tecnológicos), Laura Laganá. "Além disso, o aluno tem flexibilidade para estudar quando puder."

Não está definido quantas vagas serão oferecidas. Haverá seis polos presenciais no Estado, em unidades das Fatecs (faculdades de tecnologia). Ainda é preciso aval do MEC.

O curso será dado em parceria com a Univesp, que centraliza as ações de educação a distância no governo José Serra (PSDB). A Univesp foi criticada durante a greve na USP, no mês passado. Parte dos universitários afirma que a educação a distância não tem qualidade.

"A educação a distância é uma realidade", afirma Joaquim Villaça Campos, professor da PUC-SP e membro do Conselho Estadual de Educação. "Mas precisa haver cuidados na avaliação dos cursos e dos alunos."

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Do Globo
Verbas da Eletrobrás foram para contas dos Sarney

O Instituto Mirante, ONG presidida por Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e alvo de investigações da Polícia Federal (PF), recebeu R$ 220 mil da Eletrobrás para financiar projetos culturais no Maranhão, com base na Lei Rouanet, mas R$ 116 mil foram parar em contas de empresas ligadas à família Sarney, informa reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição desta quinta-feira no GLOBO.

Auditores do Ministério da Cultura (MinC) descobriram ainda que parte dos gastos declarados pela ONG não confere com os extratos bancários do instituto.

O MinC ameaça levar o caso ao Tribunal de Contas da União (TCU). Por causa dos problemas, a ONG chegou a ser declarada inadimplente seis vezes.

Ao conferir as notas fiscais do processo, O GLOBO constatou que o instituto usou empresas ligadas à família Sarney para justificar o uso de mais da metade dos recursos.

Só a TV Mirante emitiu recibos no valor de R$ 67 mil, a título de venda de publicidade para os dois projetos.

A Rádio Mirante teria recebido R$ 7,2 mil, e a Gráfica Escolar, R$ 6 mil. Assinantes, aqui.

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Publicidade sem licitação no MA

Estado pagará R$ 6 milhões a empresa que trabalhou em campanha de Roseana

Chico de Gois, do Globo

O governo do Maranhão utilizou um adendo a um decreto, que tinha outro objetivo administrativo, para declarar estado de emergência por causa das chuvas e contratar, sem licitação, uma empresa para fazer campanha publicitária de vacinação e assistência. Uma semana depois, o governo de Roseana Sarney (PMDB) contratou, por R$ 6 milhões, por um prazo de três meses, a VCR Produções e Publicidade, empresa que trabalhara em sua campanha para o Senado, em 2002.

O secretário de Comunicação do Maranhão, Sérgio Mesquita, argumentou que a administração do governador cassado Jackson Lago (PDT) havia gastado toda a verba publicitária, em dois meses, e que para fazer a campanha era necessária uma contratação emergencial.

De acordo com informações disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a VCR recebeu oficialmente, em 2002, R$ 224 mil da campanha de Roseana. A VCR tem outros laços com a família Sarney: participa da composição do Instituto Geia, que tem o marido de Roseana, Jorge Murad, como responsável.

O secretário Sérgio Mesquita informou que um edital de licitação para contratação de uma nova empresa de publicidade foi publicado anteontem. O estado prevê gastar R$ 8 milhões até o fim do ano com essa rubrica, além de mais de R$ 23 milhões que já teriam sido gastos pelo governo anterior. Assinantes, aqui.

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Presidente ignora ministro da Saúde e aprova mototáxi

Temporão era contrário à regulamentação da profissão em razão do grande número de mortes em acidentes com motos

Lei traz exigências como colete de segurança e curso especializado; atividade só poderá ser exercida por maiores de 21 anos

Angela Pinho e Lucas Ferraz, da Folha de São Paulo

Ignorando alerta do Ministério da Saúde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a lei que regulamenta a profissão de mototaxista.

Segundo estimativas da categoria, existem hoje no país 500 mil profissionais em atividade em 3.500 municípios, mas, com a lei, o número deve dobrar.

Após a aprovação do projeto no Congresso, no início do mês, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, qualificou-o como preocupante devido aos altos índices de mortes por acidentes de moto -19 por dia, segundo os dados mais recentes.

Ontem, voltou a criticar após reunião com Lula: "Moto é um problema. Vamos ter de nos debruçar e reforçar as campanhas de informação e de educação".

Segundo ele, o setor da saúde, como sempre, é que vai ter de enfrentar essa situação. "É uma nova profissão que surge; por outro lado, o cuidado deve ser redobrado em relação à prevenção", afirmou.

Para Flávio Emir Adura, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a lei está "na contramão da vida". Para ele, o número de mortes no trânsito envolvendo motocicletas deve duplicar. "Causa profunda preocupação a regulamentação da profissão. A morbidade e a mortalidade são o que mais assusta quem trabalha com segurança no trânsito." Assinantes, aqui.

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Central única dos altos salários

Ex-sindicalistas, que antes faziam greves em favor dos petroleiros, ocupam hoje cargos de gerência na empresa e recebem vencimentos mensais de R$ 40 mil em média

Amaury Ribeiro Jr., do Correio Brasiliense

Durante mais de 20 anos, um grupo de sindicalistas da Petrobras, ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), não hesitava em promover greves, fazer piquetes nas portas de refinarias ou até mesmo enfrentar a polícia durante as campanhas por melhores salários. Desde 2003, quando o PT assumiu o governo, o problema de salário não existe mais para esse núcleo de ex-petroleiros.

Documentos obtidos pelo Correio/Estado de Minas comprovam que um grupo de pelo menos 20 ex-sindicalistas passou a receber da Petrobras e de empresas subsidiárias um salário médio de R$ 40 mil — incluindo participação nos lucros da empresa.

Esse valor corresponde a 45 pisos mínimos salariais da categoria, que está hoje em torno de R$ 1 mil. Os vencimentos dos novos dirigentes da estatal, que variam de R$ 30 a R$ 60 mil, também estão bem acima do piso de R$ 3 mil dos funcionários da empresa com nível superior.

Remanescentes da Federação Única dos Petroleiros, a FUP, uma organização trabalhista ligada à CUT, os ex-petroleiros foram acolhidos principalmente nos departamentos de Comunicação Institucional, de Recursos Humanos e de Gás da estatal. Os bons rendimentos da empresa levaram os ex-sindicalistas a trocar os megafones por ternos bem cortados, propriedades rurais no interior de São Paulo e apartamentos na Zona Sul do Rio.

Nomeado no início do governo Lula para o cargo de gerente comunicação estratégica da Petrobras, o ex-dirigente do sindicato dos Petroleiros de Campinas Wilson Santarosa, que entrou na empresa como operador de refinaria, conseguiu fazer uma mudança ainda mais radical.

Além de se transferir para um apartamento no Leblon, bairro nobre na Zona Sul do Rio, Santarosa conseguiu trocar o número do seu CPF — documento que indica, por exemplo, se o portador tem uma dívida praça. O número 907.370.248.87, usado por Santarosa nos tempos em que ele morava em casa na periferia de Americana, no interior de São Paulo, foi cancelado pela Receita Federal.

De posse de uma nova identidade fiscal, Santarosa recebe hoje em torno de R$ 704 mil por ano de rendimentos da Petrobras e da Petros, o fundo de pensão da empresa estatal, onde exerce o cargo de conselheiro.

A papelada mostra que, em 2007, Santarosa recebeu da Petrobras a bolada de R$ 557.519,38 entre salários e outros bônus. O montante, que não inclui o valor do 13º salário, indica que só da estatal Santarosa recebeu em torno de R$ 45 mil por mês. O ex-sindicalista ganhou ainda cerca de R$ 84 mil da Petros em 2007, elevando os ganhos para R$ 641.516,48, o que deu rendimento mensal de R$ 53.400.

Com o aumento de 9,8%, concedido ano passado a toda a categoria, os rendimentos de Santarosa chegaram a R$ 704 mil por ano. Isso significa que em 2008, o ex-sindicalista recebeu renda mensal em torno RS$ 60 mil.

A fim de garantir o futuro da família, ainda conseguiu empossar sua mulher, Geide Miguel Santarosa, como ouvidora na BR Distribuidora. Ex-assessora do marido na Sindipetro de Campinas, Geide recebe cerca de R$ 10 mil por mês.

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Universidade dos sem terra

Carmen Pompeu e Roldão Arruda, do Estadão

A Universidade Federal do Ceará (UFC) vai oferecer, a partir de janeiro, o primeiro curso de jornalismo no Brasil voltado para estudantes ligados ao Movimento dos Sem-Terra (MST). O curso, segundo a professora Márcia Vidal Nunes, coordenadora de pós-graduação da área de comunicação social da universidade, já foi aprovado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Ainda de acordo com a professora Márcia Vidal, serão ofertadas 60 vagas anuais. O curso terá duração de quatro anos e o acesso será feito através de vestibular.

As aulas serão ministradas pelos próprios professores do curso de comunicação da Federal do Ceará. Além das disciplinas comuns, os jovens ligados ao MST terão matérias voltadas para temas da área rural. Parte das aulas será ministrada na universidade e parte, nas comunidades dos assentados.

Instituído em 1998, o Pronera destina-se a estimular a educação nas áreas de reforma agrária em todo o País. Inicialmente era voltado sobretudo o combate ao analfabetismo. Mais tarde passou a apoiar o ensino profissionalizante e a formação universitária.

Hoje a maior parte dos recursos do Pronera são destinados ao financiamento de turmas especiais nas universidades. Dos R$ 9 milhões destinados ao programa neste ano, quase 60% são para o ensino superior. Foi quase a mesma média de 2008, quando os recursos eram de R$ 58 milhões.

O Pronera possui convênios com quase 50 universidades públicas. Os sem-terra contam com cursos especiais nas áreas de geografia, história, direito, agronomia, artes, pedagogia e outros. Agora passarão a contar com o curso de jornalismo.

A criação dos cursos especiais, porém, tem sido cada vez mais contestada. Em junho, a Justiça Federal determinou a extinção do curso de direito agrário da Universidade Federal de Goiás, destinado só para assentados.

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Notícia publicada em 30/07/2009

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