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Adão, Eva e o Pensamento Científico

A realidade desvelada pela ciência é uma “realidade de segunda ordem”, ou seja, construída sobre as relações do dia-a-dia que o homem mantém com o mundo. Antes de a química afirmar a composição da água, trilhões e trilhões de seres humanos já haviam se relacionado com ela, percebido e atuado sobre a sua “realidade”.

Alcimar Fernandes Pereira
Especial para o Portal da UEG


“Um raciocínio científico basal deveria ser uma postura natural dentro das nossas culturas modernas”. É um pensamento expresso pelo professor de Biologia Cleber Marques em seu artigo “Devemos Pensar Cientificamente"” publicado no Portal UEG, pergunta respondida por ele com um enfático sim. A leitura do texto, que foi seguido pelo do Professor Ademir Luiz, no qual o autor se mostra preocupado com o destino de Adão, coincidiu com a releitura que eu estava fazendo do livrinho “O Que é a Realidade”, de João Francisco Duarte Júnior (Braziliense) em que o autor , à página 14, afirma: “Nós, habitantes do mundo moderno e com algum grau de informação, tendemos a acreditar que na realidade a água é aquilo que diz ser a ciência. É o cientista quem teria as chaves com que se abrem as portas da realidade última das coisas. A realidade da água é ser ela formada por hidrogênio e oxigênio ligados na proporção de dois para um.Ora, esta é uma crença perigosa que coloca nas mãos da ciência o poder supremo de decidir acerca da realidade do mundo e da vida. Para o pescador, pouco  se lhe dá se a água é formada destes ou daqueles elementos, nesta ou naquela proporção.Seus conhecimentos a respeito do rio são de outra ordem; sua realidade é construída de forma diversa e sobre esta realidade ele atua a fim de manter a sua subsistência....A realidade desvelada pela ciência é uma “realidade de segunda ordem”, ou seja, construída sobre as relações do dia-a-dia que o homem mantém com o mundo. Antes de a química afirmar a composição da água, trilhões e trilhões de seres humanos já haviam se relacionado com ela, percebido e atuado sobre a sua “realidade”.


Escreve o filósofo Hilton Japiassu, em “A Revolução Científica Moderna” (Imago): “a ciência moderna veio substituir a antiga oposição homem/Deus pela simples oposição sujeito/objeto. No mundo por ela elaborado não há mais lugar para o homem nem tampouco para a vida. A ideologia mecanicista encarregar-se-á de dissociá-los do mundo da racionalidade científica. São banidas do domínio do conhecimento as questões antropológicas. Instaura-se o reino do pensamento matemático”.Citando o historiador Alexandre Koyré em nota de rodapé, ele acrescenta: “Koyré é um dos melhores historiadores do pensamento científico, desde a chamada “revolução copernicana” até a grande síntese newtoniana. Ele elucidou, em sua vasta obra, com extraordinária segurança e rigor, infelizmente numa perspectiva que chamaremos de “internalista”, o que considera o grande desafio filosófico da ciência moderna: o desaparecimento do homem do campo da verdade.(Ele) estuda uma época da qual o divino se ausenta, os homens ficando sozinhos no mundo, dependendo apenas de sues meios de conhecimento”. Hermetes Reis de Araújo, em sua apresentação ao volume por ele organizado “Tecnociência e Cultura - ensaios sobre o momento presente” (Estação Liberdade), esclarece quais são as duas perspectivas que informam o conceito de tecnociência:


“A primeira constata que o saber técnico e científico contemporâneo difere completamente do saber contemplativo e discursivo que dizia o sentido do mundo, tradicionalmente chamado de ciência ou filosofia, onde razão, natureza e liberdade constituíam um fundo comum, sem relação direta com a ação eficaz..Ela não influía na integridade do sujeito, ela não falava o logos,  não podendo ser, portanto, uma teoria, A ciência moderna assinala o declínio dessa forma de saber...O saber científico se torna um produto cada vez mais tecnicizado e separado da experiência natural, desalojando a filosofia como discurso da verdade...A segunda perspectiva relativiza a visão de que a modernidade tecnocientífica teria gerado esta inversão saber, cuja seqüência maior foi um desencantamento do mundo”.O desencantamento do Mundo de Weber.


Contraditoriamente, essa  transformação do saber justamente deveria impedir o “pensamento científico” de cometer a inflação de se julgar plenipotenciário e autônomo, o mesmo erro cometido antes pela igreja: “Exatamente porque uma de suas principais características é  a criação de novas realidades, as ciências e as técnicas, assim como os laboratórios, as instituições e as políticas de pesquisa, são um empreendimento coletivo, cuja racionalidade não é nem mais universal nem mais racional do que aquela que circula no conjunto das relações humanas. Mundialmente instituídos e altamente investidos por saberes especializados, os fatos científicos e os objetivos técnicos são a concretização de redes de relações de tamanho variável, constantemente mantidas e atualizadas, que ligam entre elas os homens e as coisas. O que, por definição, não exclui os interesses políticos e econômicos e tampouco os valores sociais e morais. Os conteúdos científicos teriam assim uma dimensão social e não seriam a encarnação de uma pura racionalidade aplicada”.


A rigor, não existe um “pensamento científico” – existe a ciência, que é produto do pensar humano. Nem mesmo um físico nuclear conseguiria pensar cientificamente o tempo todo, pois mesmo físicos nucleares, biólogos, químicos e astrofísicos são pessoas humanas que vez por outra tomam refrigerante num canudinho sem questionar a estrutura molecular da garrafa e do canudinho.


“De qualquer forma, levando-se em conta que a maior parte da humanidade é incapaz de viver sem crenças no transcendente, como provou a fracassada experiência de ateísmo forçado na Rússia pós-revolução, o bom senso exige que ao menos se separe o mais possível os termos: o templo, seja de qual religião for, é para oração; a escola é para aprender ciência, lógica. No templo água pode até transformar-se em vinho, na escola em hipótese alguma água e óleo devem se misturar”: É o parágrafo com que o Professor Ademir Luiz encerra seu artigo sobre o lugar de Adão na história. Todavia, infelizmente para os cientistas ou religiosos que sejam limitados por paradigmas ou dogmas de estimação, o mundo como realidade não se nos apresenta à percepção como um dado bruto, sendo essencialmente um fenômeno de projeção.


Quando Einstein apresentou sua revolucionária teoria da Relatividade, que evoluiu pelo trabalho dos seus discípulos até o princípio da incerteza, estava, sem se dar conta, formulando uma teoria da percepção. Em outras palavras, o fato de Copérnico e Galileu, após Aristarco de Samos, terem afirmado sua teoria heliocêntrica não mudou a percepção psicológica que o Homo Sapiens tem, desde os primórdios da história da consciência que sim, ao contrário do que prova a ciência, todos os dias vemos o sol nascer no oriente e à tardinha se esconder no ocidente para retornar no dia seguinte, o que dá a exata idéia de que é o sol que gira em torno da Terra. As duas realidades não são excludentes e se complementam dentro de uma só percepção que  é resultante de um ato de projeção antropomórfica  Todos os dias, quando abrimos nossos olhos, o mundo entra por eles. Nós reconstruímos o mundo a cada momento de nossas vidas coletivas.


Parece ser prova desse fato a existência de entidades anômalas como a Cientologia, religião criada pelo escritor de ficção científica Leon Hubbard e da Igreja Positivista do Brasil, fundada em 93, que são como cogumelos e ornitorrincos. A Igreja Positivista substituiu a Santíssima e Misteriosa Trindade Católica por uma outra trindade mais tangível, a "Trindade Positivista", que considera a existência humana em sua inteireza e que é composta por: 
 


1) "Humanidade" ou "Grande Ser" (entidade coletiva, real e abstrata, formada pelo conjunto de seres humanos convergentes do passado que contribuíram para o progresso da civilização, do futuro do presente.

2) " O Grande Fetiche" (o planeta Terra com todos os elementos que o compõe: vegetais, animais, água, terra etc.)

3) "O Grande Meio" (o espaço, os astros, o Universo. Do ponto de vista de Carl Gustav Jung todo ato criativo resulta no investimento de libido. Do ponto de vista psicológico não haveria muita diferença entre uma igreja e o laboratório de qualquer Professor Pardal da atualidade, talvez algum cientista manipulado pelos interesses de Lex Luthor.


O caráter desta era a que alguns chamam de “pós-modernidade”, “hipermodernidade” e “modernidade profunda” está marcada pela heterogeneidade dos saberes. Para o filósofo Paul Feyerabend não existem fronteiras claras entre magia e ciência e, então, sinto-me autorizado a questionar: “não representará o contemporâneo  Zeitgeist racionalista e tecnocientífico  mais uma mitologia"”. Diferentemente do Professor Cleber Marques, não tenho pressa de responder. Afinal, como ensinou o mestre Morpheus ao Neo de Matrix: “é a pergunta que nos move”.

Para finalizar, tomo emprestado mais uma citação, desta vez ao blog de Orlando Tambosi (http://otambosi.blogspot.com), definido como “iconoclástico (sic), “anti-ideológico” e “politicamente incorreto”: “Quem continua ainda a acreditar - salvo algumas crianças grandes que encontramos justamente entre os especialistas - que os conhecimentos astronômicos, biológicos, físicos ou químicos poderiam ensinar-nos algo a propósito do sentido do mundo ou poderiam ajudar-nos a encontrar sinais de tal sentido, se é que ele existe" Se existem conhecimentos capazes de extirpar, até às raízes, a crença na existência de seja lá o que for que se pareça a uma "significação" do mundo, esses conhecimentos são exatamente os que se traduzem pelas ciências.

 

O destino de nosso tempo, que se caracteriza pela racionalizção, pela intelectualização e, sobretudo, pelo "desencantamento do mundo" levou os homens a banirem da vida pública os valores supremos e mais sublimes. (...) A quem não é capaz de suportar virilmente esse destino de nossa época, só cabe dar o conselho seguinte: volta em silêncio, sem dar a teu gesto a publicidade habitual dos renegados, com simplicidade e recolhimento, aos braços abertos e cheios de misericórdia das velhas Igrejas. Elas não tornarão penoso o retorno. De uma ou de outra maneira, quem retorna será inevitavelmente compelido a fazer o "sacrifício do intelecto". Max Weber, A ciência como vocação. 

 

Alcimar Fernandes, é  servidor da UEG.

Notícia publicada em 06/11/2008

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