A Universidade Estadual de Goiás (UEG) alcançou resultados expressivos na avaliação do Qualis Capes referente ao quadriênio 2021–2024, registrando avanços significativos na classificação de seus periódicos científicos. O desempenho evidencia o compromisso institucional com a excelência da produção acadêmica, o fortalecimento da pesquisa e a valorização da diversidade temática e regional em Goiás.
Atualmente, a UEG conta com 26 revistas científicas, distribuídas em diferentes áreas do conhecimento e com ampla capilaridade regional em todo o estado de Goiás. Na avaliação mais recente, seis revistas da UEG passaram a integrar o extrato A (A2 a A4), com destaque para três periódicos que alcançaram o extrato A2, um dos mais elevados do sistema Qualis.
Os resultados demonstram que, mesmo diante das adversidades enfrentadas pela ciência brasileira nos últimos anos, os periódicos da Universidade Estadual de Goiás continuam ampliando sua qualidade, visibilidade e impacto, consolidando-se como espaços estratégicos para a pesquisa acadêmica goiana e nacional.
Confira abaixo os periódicos da UEG que apresentaram evolução na avaliação do Qualis 2021–2024:
- Éliseé – Revista de Geografia da UEG, organizada pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO), do Câmpus Cora Coralina, avançou de B1 para A2;
- Revista Expedições: Teoria da História e Historiografia, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS), do Câmpus Sul – sede Morrinhos, avaliada com conceito A2;
- Temporis[ação], revista interdisciplinar com foco em letras, história, educação e sociologia, sediada no Câmpus Cora Coralina, que passou de B1 para A2.
- Revista Sapiência – Sociedade, saberes e práticas educacionais, sediada no Cãmpus Iporá, que avançou de A4 para A3;
- Revista Plurais – Virtual, vinculada ao Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias (PPGIELT), da Unidade Universitária CCSEH, de Anápolis, avançou de B2 para A4;
- Revista Territorial, da área de Geografia, organizada pelo PPGEO no Câmpus Cora Coralina, que manteve a classificação A4.
No extrato B, diversas revistas também registraram crescimento relevante:
- Revista de Agrotecnologia, sediada no Câmpus Central (CET), de Anápolis, avançou de B4 para B1;
- Revista Nós: Cultura Estética & Linguagens, do Programa de Pós-Graduação em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (Teccer), que subiu de B3 para B1;
- Via Litterae, da área de Letras, vinculada ao PPGIELT, que subiu de B2 para B1;
- Revista Mediação, sediada na Unidade Universitária de Pires do Rio, que avançou de B3 para B2;
- ReDiS – Revista de Direito Socioambiental, do curso de Direito da UEG, sediada no Câmpus Sul – sede Morrinhos, foi classificada pela primeira vez no extrato B2;
- Atatot – Revista de Direitos Humanos da UEG, vinculada ao Centro de Ensino e Aprendizagem em Rede (Cear), que subiu de C para B3;
- Revista Coralina, do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Língua, Literatura e Interculturalidade (Poslli), do Câmpus Cora Coralina, que também avançou de C para B3.
(Comunicação Setorial|UEG, com informações do Câmpus Sudoeste)