Estado de Goiás

Acadêmicas da UEG de Pirenópolis são destaque no New York Times  

As acadêmicas Celina José Alvarenga e Celestina José Alvarenga, ambas cursando o terceiro ano do curso de Tecnologia em Gestão de Turismo da Unidade Universitária da UEG de Pirenópolis foram destaque de uma reportagem publicada no jornal norte-americano “The New York Times”. Elas foram citadas pelo jornalista Seth Kugel, que esteve em Pirenópolis para retratar as curiosidades, belezas naturais, gastronomia e o artesanato da cidade.

 

O jornalista conta na reportagem que entre as dicas que recebeu, uma de um casal de amigos, foi a mais interessante “a melhor dica que Fernando e Karina me deram, porém, foi para visitar uma oficina, fora da cidade, onde três jovens irmãs Alvarenga: Celina, Celene e Celestina, usam teares de madeira construídos por seu pai para produzir tecidos tradicionais usando padrões transmitidos através de gerações”.  O repórter ficou encantado com as peças produzidas e surpreso com o valor que ele diz “incrivelmente baixos” para quem está acostumado ao padrão norte-americano.  No texto, Seth Kugel diz que adquiriu um capacho e um tapete que se tornariam adições preciosas e coloridas ao seu apartamento em Nova York. 

 

Além de citadas na reportagem do jornal americano, as irmãs, donas do estabelecimento chamado “Trama Tecelagem”, que fica na GO-338 em Pirenópolis, endereço mostrado na reportagem no New York Times, também foram citadas em reportagem de jornais goianos, como na edição de domingo no jornal “O Hoje”, que ressaltou a matéria do jornal nova-iorquino.

 

Projeto

 Vindas de uma família com tradição na produção de tecelagem, as artesãs e acadêmicas Celina e Celestina Alvarenga também estão envolvidas num projeto de Iniciação Científica da UEG sobre a história da tecelagem em Pirenópolis. A arte foi trazida de Minas Gerais para o município em meados da década de 1940, pelos próprios familiares das acadêmicas. No estudo das irmãs, que será apresentado no dia 8 de novembro, elas explicam que foi a partir de 1970 que começaram a ser produzidas peças de tecelagem artesanal no município com o objetivo de atração para o turismo.

 

(Marcelo Tavares)

Notícia publicada em 07/11/2011
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