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Mato para comer

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Aqui, o verbo não é matar. O verde indica que há alternativas comestíveis não convencionais além de animais. Mais ainda: o “mato” pode ser rico em nutrientes e dependendo da espécie, substituir a carne em proteína. Assim, o alimento pode ser democratizado e a cor do sangue pode ser verde ao invés de azul.   

Por Weber Witt

Um banquete estava posto. Bolo de moringa, geleia de jasmim-manga, pães de ora-pro-nóbis e patê de major-gomes eram as opções de um cardápio incomum. No paladar, os nomes estranhos ganharam referências familiares. Jasmim-manga lembrou doce de figo e ora-pro-nobis se aproximou ao gosto de batata. Diversificar o repertório gastronômico e utilizar ingredientes negligenciados ou subutilizados foi a proposta de uma manhã de degustação em Itumbiara cujas protagonistas das receitas foram plantas, ou melhor, Pancs – Plantas Alimentícias não Convencionais.

Há a ideia que determinado tipo de planta seja veneno ou mato e a dúvida se pode ou não experimentar acaba limitando

Elas estão por todo lado, mas são consideradas não convencionais devido à baixa inserção na alimentação e pelo desconhecimento das pessoas sobre as espécies comestíveis. Além das citadas no início, existem inúmeras plantas que podem ser encontradas facilmente e inseridas na alimentação, como picão-preto ou carrapicho, hibisco, baru, serralhinha, dente-de-leão e tantas outras. Estimativas apontam que no Brasil existam cerca de 10 mil vegetais com possibilidades de uso culinário, mas somente cerca de 50 são consumidos diariamente em casa, ou menos.

Foi o paladar da estudante de Farmácia Ayane Dantas, do Câmpus Itumbiara da Universidade Estadual de Goiás (UEG), que assimilou os sabores das Pancs aos percebidos no dia a dia. Ayane faz parte do projeto de extensão Panc – Vamos comer?, desenvolvido no Câmpus desde 2016. A partir da própria experiência, as pessoas próximas a Ayane também passaram a conhecer e a enriquecer a alimentação cotidiana sempre que possível. “Minha família gostou da ideia, mas estranhou no começo. Falei tudo o que eu aprendi e mostrando reportagens e entrevistas sobre Pancs, o pensamento mudou e passamos a utilizar em alguns pratos”, conta.

Antes de consumir uma planta desconhecida, deve-se procurar informações e ter certeza da identificação botânica para não ingerir um vegetal potencialmente tóxico

Quando se fala em plantas não convencionais, ainda predominam certo receio e desconfiança. “Há a ideia que determinado tipo de planta seja veneno ou mato e a dúvida se pode ou não experimentar acaba limitando”, diz Ayane. Mas é necessário ter cautela mesmo, pois algumas espécies podem ser prejudiciais e conter antinutrientes, substâncias como os oxalatos, que dificultam a absorção de nutrientes como cálcio e o ferro. “Antes de consumir uma planta desconhecida, deve-se procurar informações e ter certeza da identificação botânica para não ingerir um vegetal potencialmente tóxico”, orienta a professora Cristiane Bolina, coordenadora do projeto de extensão integrado por Ayane desde 2017.De acordo com Cristiane, o que diferencia uma Panc de uma planta convencional é o local onde a espécie é encontrada. “Por exemplo, o pequi é convencional em Goiás, pois é uma planta nativa do nosso bioma, o cerrado. Porém, é Panc no sul do país, onde existem outras plantas nativas que não são convencionais para quem mora em Goiás”, explica. Além disso, a forma como são inseridas na alimentação também as distingue, como se empregar a casca de banana no preparo de geleia ou a flor da bananeira no preparo de refogados ou acompanhamento de carnes. “Outro uso não convencional é a substituição da carne pelo fruto da jaca verde, por exemplo, nos mais variados pratos, como coxinha, fricassê e estrogonofe”, afirma Cristiane.

No semestre passado a equipe ministrou palestras no município sobre o tema e criou uma horta didática na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). “Os alunos da Associação podem desenvolver atividades de contato com a terra e manuseio das hortaliças produzidas, assim como no preparo de alimentos”, conta Cristiane Bolina.  Segundo ela, as atividades estimulam a coletividade e melhoram as relações pessoais. Além disso, facilita também o entendimento sobre questões ambientais e qualidade de vida, contribuindo para o aprendizado e desenvolvimento cognitivo. 

Pancs são ricas em nutrientes essenciais para a saúde, como ferro, fósforo, cálcio, vitaminas, além de fibras, aminoácidos e proteínas. A bertalha, também chamada de espinafre-indiano, é rica em zinco, elemento importante para aumentar a imunidade e prevenir doenças crônicas. Considerada planta milagrosa devido à riqueza química e nutricional, a moringa possui altas concentrações de vitaminas A e C, cálcio, ferro, potássio e todos os aminoácidos indispensáveis ao organismo.

Enquanto muitos morrem de fome, toneladas de comida são jogadas no lixo todos os dias. Desperdiçamos alimentos na nossa própria casa.

Foi explicando esses benefícios que o técnico em enfermagem Randerson Policarpo levou o assunto para dentro de casa. Randerson, que é e colega de curso de Ayane, conta que os pais, residentes em Ituiutaba, Minas Gerais, ainda são resistentes mesmo sabendo das possibilidades de manejo das Pancs. “Elas também são mais resistentes quanto a climas distintos e à dependência de água. As mudas brotam com facilidade e se desenvolvem rápido”, afirma, ao defender que elas poderiam ser fornecidas a baixo custo para a população, o que permitiria o consumo independente da classe social.

“Enquanto muitos morrem de fome, toneladas de comida são jogadas no lixo todos os dias. Desperdiçamos alimentos na nossa própria casa. Cascas, raízes e folhas poderiam ser melhor aproveitadas, o que geralmente não acontece”, reflete Randerson.

Estimativas mostram que até 2050 existirão mais de 9 bilhões de pessoas no mundo. Como alimentar tanta gente é uma questão preocupante, sobretudo quando se admite que no Brasil mais de sete milhões de pessoas convivem com a fome. Até a população que não sofre com a pobreza apresenta dieta alimentar pobre, feita de poucos alimentos, mesmo o país possuindo a maior biodiversidade do planeta. Para Cristiane Bolina, seja por questões econômicas ou culturais, quando se pensa na variedade de vegetais inseridos na alimentação, nota-se que é basicamente composta pelo trivial: batata, cebola, tomate. “Dessa maneira, as pessoas comem mal mesmo quando comem muito”, afirma.  

Popularmente conhecida como carne de pobre, a ora-pro-nóbis contém 25% de proteínas e poderia ser usada rotineiramente para fugir do trivial. Mais ainda, poderia ser introduzida como alternativa alimentar para famílias de baixa renda. Quem garante é a professora Juliana Assis Reges, do Câmpus Jataí. Para comprovar, ela realizou uma pesquisa para avaliar, sensorialmente, dez produtos à base do vegetal a fim de verificar a aceitação. Como foi feita análise sensorial, o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).

“A avaliação contou com a participação de 80 pessoas. Das 10 receitas, somente uma não atingiu o índice de aceitabilidade maior que 70%, o que a leva a ser a única amostra inviável para comercialização”, conta.  O estudo constatou que poucas pessoas conheciam a hortaliça e a importância dela em relação à alimentação. “O valor nutricional também é desconhecido pela maior parte da população. De maneira geral, esta é a principal razão para a não utilização no dia a dia”, afirma. Segundo Juliana, a planta pode ainda ser utilizada como fonte de renda, no caso de cultivo em maior escala.

Laboratório vivo

É assim que se denomina a área de policultivo no Câmpus Palmeiras de Goiás.

A engenheira agrônoma Dora Marchiori Neves, professora e coordenadora do projeto de extensão Resgate e difusão de conhecimentos: Panc, desaconselha o consumo de plantas que estejam próximas a rodovias e avenidas de grande fluxo de trânsito. “Isso devido à poluição e contaminações provenientes de metais pesados de descargas de veículos”,.afirma.

Por crescerem de maneira espontânea, as plantas demandam pouco manejo agronômico no que diz respeito à exigência de adubação e uso de agrotóxicos. “A valorização das Pancs vai além da manutenção da diversidade biológica das espécies vegetais. O cultivo tende a aumentar a diversidade de insetos, o que contribui com a estruturação de um agroecossistema, voltado ao desenvolvimento sustentável”, explica.

Uma parceria entre a UEG e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) pretende capacitar os produtores da região em relação a técnicas de produção, estudo mercadológico e comercialização das plantas não convencionais. As divulgações das atividades são feitas a partir de eventos, como o Agro Centro-Oeste Familiar, e de discussões com os acadêmicos do outras áreas e futuros agrônomos. Participam do projeto de extensão docentes das áreas de Fitopatologia, Fitotecnica, Filosofia e 25 acadêmicos do curso de Agronomia.

“Eu não imaginava que existia uma diversidade tão grande de plantas. Muito menos que podemos comer até algumas flores”, conta a estudante Roberta Coutinho. Para alguns, taioba não passa de xingamento, para Roberta representa muito mais. É a Panc preferida dela. “Refogo como se fosse couve”, explica, incrementando uma dica de família: “Eu tiro o talo e as linhas, porque, segundo minha avó, amarga”. A estudante concorda que os vegetais são alternativas para diminuir a fome. “Serviria para muitas pessoas que vivem na miséria, pois muitas vezes elas têm os mesmos nutrientes, se não, mais que muitas plantas convencionais”, afirma.

As pessoas comem mal mesmo quando comem muito

Em outubro de 2017 o Câmpus Palmeiras de Goiás realizou uma ação na Feira dos Agricultores da cidade. Durante o evento foram distribuídas 100 hortaliças prontas para o consumo, informativos destacando a composição nutricional de cada uma, acompanhados de receita básica de cada espécie doada, além da exposição de informações sobre as 15 espécies cultivadas no câmpus. São a partir de ações como estas que o conhecimento é difundido e o cardápio diversificado. Ingredientes negligenciados ou subutilizados devem ser vistos como fontes de benefícios para a saúde. Assim, um banquete pode ser democraticamente posto todos os dias à mesa de qualquer pessoa.

 

Prepare a cozinha e confira duas receitas Pancs

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PÃO DE INHAME

 

  • 250g de inhame (2 unidades) cozido;
  • 4 e 1/2 xícaras de farinha de trigo, aproximadamente;
  • 1 xícara de água morna;
  • 2 colheres (sopa) de margarina;
  • 1 colher (chá) de sal;
  • 2 colheres (sopa) de açúcar;
  • 1 ovo;
  • 1 envelope de fermento biológico instantâneo (10g).

 

 

MODO DE PREPARO

 

  1. Bater os ingredientes no liquidificador, menos a farinha de trigo;
  2. Colocar a mistura do liquidificador em um recipiente e acrescentar a farinha de trigo aos poucos, misturando bem;
  3. Sovar;
  4. Colocar a massa sovada em um recipiente, cobrir e deixar até dobrar de volume;
  5. Colocar a massa sobre uma superfície enfarinhada e modelar os pães no formato desejado;
  6. Colocar na assadeira, deixar crescer novamente até dobrar o volume;
  7. Assar em forno preaquecido e deixar por aproximadamente 30 minutos, até dourar.

_________________________________________________________________________

  

PATÊ VERDE DE ORA-PRO-NÓBIS

 

  • 2 cebolas médias picadas;
  • 1 dente de alho picado;
  • 4 colheres de sopa de óleo;
  • 1 colher de sopa rasa de sal;
  • 50g de queijo ricota;
  • 300g de folhas de ora-pro-nóbis;
  • ¾ de copo de água fervente.

 

 

MODO DE PREPARO

 

  1. Colocar a cebola para dourar junto com o sal e o alho;
  2. Adicionar as 4 colheres de óleo, ou menos, se preferir;
  3. Adicionar as folhas do ora-pro-nóbis picadas grosseiramente e refogar;
  4. Cortar a ricota em pedaços pequenos,
  5. Transferir o refogado aos poucos para o liquidificador e adicionar a ricota;
  6. Se necessário, acrescentar um pouco de água fervente para deixar a pasta macia.

 

 

 

Notícia publicada em 17/06/2019

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