Caminhos para a excelência

Sempre em busca do máximo desempenho, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) lança o Programa UEG5: caminhos para a excelência, que prevê a implantação de políticas, diretrizes, estratégias e ações, com o objetivo de aumentar os índices avaliativos internos e externos, e cujas primeiras ações já estão em andamento.

“É nítido o nosso avanço, mas nós percebemos que com planejamento e trabalho continuado, esses índices podem ser ainda melhores”, avalia a professora Suely Cavalcante, coordenadora do Programa. A intenção é pular do conceito 3 para 5 nos próximos anos.

O professor Márcio Dourado, pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, explica que o UEG5 irá atuar nas mais diversas áreas da Universidade. “Quando falamos em desenvolvimento de nossos índices institucionais, isso significa um complexo de áreas em que a Universidade irá atuar para alcançar índices que a elevem ainda mais”, diz.

Esse conjunto ao qual o pró-reitor se refere engloba, entre tantas outras, ao processo de qualificação docente, melhoramento de infraestrutura e resultados de desempenho acadêmico. Trocando em miúdos: é o resultado de diversos fatores que irão fazer com que a UEG obtenha melhor desempenho.

“A Universidade irá crescer em seu conjunto e não apenas em setores. Isso é fortalecimento de fato”, percebe a professora Joana Goulart, que também faz parte do programa.

E uma coisa é certa: a participação de todos que fazem parte da UEG é necessária nesse processo. Aliás, não se trata de participação, mas de envolvimento. “Todos são responsáveis pelo sucesso da Universidade, cada um fazendo a sua parte e contribuindo para o todo”, explica a professora Suely.

UEG5 na prática
Toda essa preocupação se explica pelo fato de que não se trata apenas de elevar os números, mas de fazer uma mudança real na UEG. “Esse processo não é sobre números, mas sobre mudança de cultura. Os números serão o reflexo dessa nova postura”, aposta o reitor da UEG, professor Haroldo Reimer.

Entusiasta da questão, o reitor sempre foi muito contundente quanto a importância de a comunidade acadêmica estar comprometida com o crescimento da UEG. “Nossa missão é promover educação superior de qualidade. E isso é papel de todos que fazem a universidade”, atesta.

Um dos principais focos de trabalhos será o de conscientização sobre a importância de uma agenda permanente de ações. “É preciso criar uma cultura. Os trabalhos precisam ser constantes e não apenas às vésperas dos processos avaliativos, porque isso não traz os resultados esperados”, diz a professora Joana.

Nesse sentido, a UEG irá mobilizar toda sua estrutura e comunidade. “O programa foca nas pessoas. É importante que nós, que fazemos parte da UEG, saibamos que nós que fazemos a universidade e, portanto, nos encontramos dentro desse processo”, explica a professora Suely.

Ela explica ainda que apresentar bons índices nas avaliações, pelas quais a instituição passa regularmente, assegura à UEG vantagens e benefícios, como participação em Programas Nacionais e financiamentos externos para as bolsas.

“É importante que tenhamos em vistas que a melhora nas avaliações significa também o crescimento da instituição e dos cursos da instituição”, afirma a professora Joana.

Márcio vai mais além. “Estudar e trabalhar em uma instituição de ensino superior abre portas além dos muros dessa universidade. Isso garante parceria em projetos, financiamentos, oportunidade de estágios em outras instituições de renome. É uma reação em cadeia”, enfatiza.

Isso sem contar a melhoria no ensino oferecido nos cursos de graduação e pós-graduação. “Aparentemente, as pessoas têm receios e dúvidas quanto as avaliações, e o UEG5 também irá desempenhar papel de saná-las”, explica Márcio.

“A excelência é o que buscamos, e não há dúvidas de que a excelência só será alcançada com o empenho de todos. Não é apenas sobre figurar entre as melhores instituições do país, mas é também sobre fazer parte de uma instituição de excelência. E quem não quer fazer parte de uma time vitorioso?” indaga Haroldo Reimer.

 

 

(Fernando Matos | CeCom|UEG)

Notícia publicada em 13/09/2018